R.D. Do Congo
Arábica
Kivu
O Congo não está entre as origens mais conhecidas dos consumidores de café, pois para além da instabilidade que o país atravessa, a maioria dos produtores vive num contexto rural, muito tradicional e com recursos limitados. Os pequenos produtores colhem cuidadosamente as cerejas e processam-nas nas suas propriedades. Embora possa variar, normalmente o processo inicia-se ao despolpar as cerejas com despolpadores de disco. O pergaminho é lavado com água limpa e espalhado nos pátios para secar. Os produtores varrem e viram regularmente o pergaminho para garantir uma secagem uniforme. Todo o processo de secagem demora normalmente cerca de 20 dias.
Terroso e achocolatado, com sabor a ameixa, acompanha uma acidez viva e um amargor elevado.

A equipa irá responder com a maior brevidade possível.

Price range: 5,10€ through 20,30€

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País
República Democrática do Congo
Região
Kivu Norte
Altitude
1.500m
Propriedade e Produtor
S.C.A.K. sarl
Variedade
Bourbon e Jackson
Processo
Lavado
País
República Democrática do Congo
Região
Kivu Norte
Altitude
1.500m
Propriedade e Produtor
S.C.A.K. sarl
Variedade
Bourbon e Jackson
Processo
Lavado

Café na República Democrática do Congo

A produção de café na República Democrática do Congo tem uma história marcada por grande potencial e por desafios significativos, refletindo as complexas condições sociais e económicas do país. Introduzido no final do século XIX, o café encontrou nas regiões montanhosas do leste congolês condições ideais para o cultivo da espécie Coffea arabica, com altitudes elevadas, solos vulcânicos férteis e um clima húmido tropical que favorecem a produção de café.

Durante o período colonial, o café tornou-se uma das principais culturas de exportação do Congo, desempenhando um papel central na economia agrícola. Contudo, décadas de instabilidade política, conflitos armados e falta de infraestruturas provocaram uma forte redução da produção e da capacidade de exportação. Apesar disso, o setor cafeeiro congolês tem demonstrado uma notável resiliência, sustentado sobretudo pelo trabalho de pequenos produtores familiares, organizados em cooperativas locais.

Atualmente, a produção concentra-se principalmente nas províncias de Kivu do Norte e Kivu do Sul, junto ao Lago Kivu, uma região que partilha características semelhantes às zonas cafeeiras do Ruanda e do Burundi. Os cafés desta área, em particular o Kivu Arabica, são altamente valorizados no mercado internacional por apresentarem acidez vibrante, corpo equilibrado e notas de frutos vermelhos, chocolate e especiarias.

Nos últimos anos, a República Democrática do Congo tem vindo a reerguer o seu setor cafeeiro, com o apoio de organizações internacionais e programas de comércio justo que promovem a sustentabilidade, a rastreabilidade e a inclusão social.