Angola
Arábica
Vissolela
Este café é cultivado na fazenda vissolela na região pitoresca de Quibala, na província do QuanzaSul, noroeste de Angola. A elevada altitude do planalto permite a produção de um café de extraordinária qualidade. As cerejas são cuidadosamente seleccionadas e colhidas manualmente no ponto de ótimo de maturação. São depois colocadas a secar ao ar em camas africanas elevadas, conferindo uma boa circulação do ar.
Bastante complexo, mas equilibrado, tem uma leve acidez cítrica com notas de nozes, chocolate e frutas.

A equipa irá responder com a maior brevidade possível.

Price range: 6,95€ through 27,68€

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País
Angola
Região
Província de Quanza Sul, Quibala
Altitude
1.300-1.500m
Propriedade e Produtor
Vissolela Farm / Ênio Miranda
Variedade
Caturra e Castillo
Processo
Natural
País
Angola
Região
Província de Quanza Sul, Quibala
Altitude
1.300-1.500m
Propriedade e Produtor
Vissolela Farm / Ênio Miranda
Variedade
Caturra e Castillo
Processo
Natural

Café em Angola

A produção de café em Angola tem uma história marcada por altos e baixos, refletindo tanto o seu passado colonial como os desafios e oportunidades do período pós-independência. Introduzido no século XIX, o cultivo do café encontrou condições favoráveis no planalto angolano, especialmente nas províncias de Uíge, Kwanza Norte, Kwanza Sul e Benguela, onde o clima tropical húmido e os solos férteis permitiram o desenvolvimento de plantações de elevada produtividade.

Durante o período colonial, Angola chegou a ser um dos maiores produtores mundiais de café, tendo o produto desempenhado um papel central na economia nacional e nas exportações. No entanto, as décadas seguintes à independência e à guerra civil resultaram numa forte queda da produção, devido à destruição de infraestruturas, abandono das plantações e migração de trabalhadores rurais.

Atualmente, o país encontra-se num processo de revitalização do setor cafeeiro, com iniciativas públicas e privadas a promoverem a reabilitação de plantações, a introdução de tecnologias modernas e a formação de pequenos produtores. O café arábica é cultivado principalmente nas regiões de maior altitude, enquanto o robusta predomina nas zonas mais baixas e quentes.

Além da vertente económica, o café angolano começa a ganhar novo reconhecimento pela sua qualidade e potencial para integrar o mercado de cafés especiais. O investimento em práticas sustentáveis, na rastreabilidade e na melhoria das cadeias de valor tem sido essencial para reposicionar Angola como um produtor relevante no panorama africano e internacional do café.